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	<title>CPCI &#187; Tomadas de Posição</title>
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		<title>É Necessária uma Visão Global para a Reabilitação Urbana</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 13:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Proposta de Novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana não é suficiente para dinamizar o mercado
No actual contexto económico-financeiro, a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, afirma que a reabilitação urbana, para além de permitir a regeneração das cidades e a melhoria da qualidade de vida das populações é um dos instrumentos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">Proposta de Novo Regime Jurídico da Reabilitação Urbana não é suficiente para dinamizar o mercado</span></p>
<p>No actual contexto económico-financeiro, a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, afirma que a reabilitação urbana, para além de permitir a regeneração das cidades e a melhoria da qualidade de vida das populações é um dos instrumentos mais eficazes para o combate à crise e para a salvaguarda do emprego, constituindo um pilar imprescindível para alavancar o crescimento da nossa economia.</p>
<p>Estando agendada, para o dia de hoje, a aprovação de um Projecto de Lei que visa alterar o Regime Jurídico da Reabilitação Urbana, tendo em vista a simplificação e agilização de procedimentos administrativos, a Confederação, sem pôr em causa o mérito das soluções preconizadas, considera que esta iniciativa é claramente insuficiente.</p>
<p>Sublinhando a necessidade de uma visão global e integrada desta matéria, de acordo com a CPCI, não será possível criar e dinamizar o mercado de reabilitação urbana sem uma alteração e adequação do Regime Jurídico do Arrendamento Urbano e sem a concessão de incentivos e de apoios específicos ao investimento, designadamente através dos fundos do QREN.</p>
<p>A Reabilitação Urbana, além de contribuir para a coesão social e territorial, pode assumir um papel essencial no crescimento económico e, consequentemente, na salvaguarda do emprego, dado que é uma actividade intensiva em mão-de-obra, podendo absorver os 140 mil postos de trabalho do sector que se encontram em risco, e envolve a generalidade das empresas, em especial as PME.</p>
<p>Na Construção e Imobiliário a queda na produção, no último semestre, foi de 7,5%, e desde 2002, em termos reais e acumulados, o sector totaliza já uma quebra de 40,8%. São dez anos consecutivos de redução de actividade, que provocaram a perda de 230 mil postos de trabalho.</p>
<p>A dinamização do mercado da Reabilitação e do Arrendamento é um dos poucos aspectos consagrado no Memorando de Entendimento, que poderá desencadear efeitos verdadeiramente positivos para o sector da Construção, com reflexos noutras actividades, como é o caso do Comércio e o Turismo.</p>
<p>Destacando o consenso generalizado que existe em relação à importância deste mercado, a Confederação realça que a Reabilitação Urbana tem que ser uma prioridade imediata para o País.</p>
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		<title>CPCI RECEBIDA PELO MINISTRO DA ECONOMIA E DO EMPREGO</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/709</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 10:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministro da Economia e do Emprego recebeu a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, em audiência no dia 18 de Julho, tendo por objectivo a apresentação de propostas para a concretização de uma estratégia de recuperação, alicerçada no peso social e económico da construção e do imobiliário.
Definindo onze áreas de intervenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministro da Economia e do Emprego recebeu a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, em audiência no dia 18 de Julho, tendo por objectivo a apresentação de propostas para a concretização de uma estratégia de recuperação, alicerçada no peso social e económico da construção e do imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">Definindo onze áreas de intervenção prioritária, no documento que irá hoje ser apresentado, a CPCI defende que a par do reequilíbrio das contas públicas, a política económica tem de ser orientada no sentido de impedir a desagregação do tecido empresarial do Sector e o agravamento do problema do desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">A CPCI, que se manifesta profundamente empenhada em contribuir para a definição de uma estratégia capaz de promover o desenvolvimento consolidado da economia, está convicta de que o Governo, bem como todos os partidos políticos com assento na Assembleia da República, não deixarão de reconhecer o verdadeiro potencial do sector, os efeitos positivos que o mesmo é capaz de induzir, globalmente, junto das demais actividades económicas, contribuindo decisivamente para que Portugal possa vencer o desafio do crescimento e do emprego.</p>
<p><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2011/07/Imprensa_19_07.pdf">Imprensa_19_07</a></p>
<p><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2011/07/Press_3_CPCI_18_7_2011.pdf">Press_3_CPCI_18_7_2011</a></p>
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		<title>CPCI Considera que Programa do Governo não reflecte a importância do Sector na Economia</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/705</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 10:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[País não conseguirá vencer o desafio do crescimento e do emprego se a Construção e Imobiliário continuar em quebra

Reagindo ao Programa do Governo apresentado na semana passada no Parlamento, a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, ciente da exigência dos desafios que Portugal enfrenta, considera imprescindível actuar sobre os factores de competitividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>País não conseguirá vencer o desafio do crescimento e do emprego se a Construção e Imobiliário continuar em quebra</strong></p>
<p><strong><span id="more-705"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reagindo ao Programa do Governo apresentado na semana passada no Parlamento, a CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, ciente da exigência dos desafios que Portugal enfrenta, considera imprescindível actuar sobre os factores de competitividade da economia, o que, para lá do objectivo da redução do défice, impõe a criação de condições que permitam implementar uma efectiva estratégia de recuperação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um objectivo essencial para o País. Por isso, exigia-se que, reconhecendo o peso social e económico da construção e do imobiliário, o Executivo tivesse sido mais ambicioso e apresentasse uma estratégia de desenvolvimento que não ignorasse um Sector que é fundamental para o êxito de qualquer plano de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Recordando que o Sector responde por 18,6% do PIB, 16% do volume de negócios no exterior, 60,6% do Investimento nacional, por 15,8% do emprego, o que corresponde a cerca de 800.000 postos de trabalho e por 20% do tecido empresarial português, isto é, 220.000, empresas a CPCI considera essencial que, a par do reequilíbrio das contas públicas, a política económica também vise impedir a desagregação deste tecido empresarial e o agravamento do problema do desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião da Confederação, este é um aspecto que nenhum governo pode menosprezar.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja-se que, desde o início da crise em 2002 e até final de 2010, a redução do emprego no Sector ascende a 201 mil efectivos, sendo que, só nos primeiros três meses de 2011, eliminaram-se mais 36 mil postos de trabalho. Uma vez que todos os segmentos da Construção estão em queda, registando-se, em 2010, uma redução de 39,2% das adjudicações e de 8,6% dos fogos licenciados, estima-se que, neste momento<strong>, </strong>se encontram em risco cerca de 140 mil postos de trabalho no Sector.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que a CPCI encara com grande preocupação a secundarização das actividades da Construção e do Imobiliário que transparece do Programa do Governo e das opções dos responsáveis políticos, bem evidente, aliás, na eliminação do Ministério das Obras Públicas e no desaparecimento da comissão parlamentar autónoma de obras públicas, transportes e comunicações que, até agora, funcionava na Assembleia da República.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a Confederação defende uma intervenção imediata em quatro áreas essenciais: o Planeamento do Investimento, pelo reajustamento das verbas do QREN, permitindo a utilização dos cerca de 15 mil milhões de Euros por executar, designadamente, orientando-os para investimentos de proximidade e obras de conservação; a dinamização do Mercado da Reabilitação Urbana/Arrendamento; a promoção da Internacionalização; bem como, a actuação sobre os constrangimentos financeiros, garantindo-se, não só que os apoios concedidos à banca sejam reflectidos nas empresas, como, de igual modo, a regularização dos Atrasos nos Pagamentos<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Confederação da Construção e do Imobiliário conclui, manifestando o seu profundo empenhamento em contribuir para a definição de uma estratégia capaz de promover o desenvolvimento consolidado da economia, o que, reitera, só será possível com o contributo da construção e do imobiliário.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2011/07/Press_CPCI_2_2011.pdf">Press_CPCI_2_2011</a></p>
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		<title>Reabilitação Urbana</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 11:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Medidas Apresentadas pelo Governo para Incentivar a Reabilitação Urbana reflectem “Estratégia para a Dinamização da Construção e do Imobiliário” apresentada pela Confederação.

Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário congratula-se com as propostas apresentadas pelo Governo e alerta para a necessidade de as mesmas gerarem um amplo consenso nacional.

No estudo estratégico para a dinamização da construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Medidas Apresentadas pelo Governo para Incentivar a Reabilitação Urbana reflectem “Estratégia para a Dinamização da Construção e do Imobiliário” apresentada pela Confederação.<br />
</strong></p>
<p><strong>Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário congratula-se com as propostas apresentadas pelo Governo e alerta para a necessidade de as mesmas gerarem um amplo consenso nacional.</strong><br />
<span id="more-633"></span></p>
<p>No estudo estratégico para a dinamização da construção e do imobiliário, apresentado pela Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário – CPCI e amplamente discutido com o Governo, foram enunciadas medidas indispensáveis, em domínios que são considerados fundamentais para o Sector e para o País, designadamente a aposta firme na reabilitação urbana.</p>
<p>O conteúdo das propostas agora apresentadas pelo Governo vai de encontro às pretensões do Sector.</p>
<p>Seguramente que o arranque da reabilitação é um processo complexo, mas este é o caminho certo a percorrer. Alterar a Lei das Rendas, promover uma fiscalidade adequada, conceder incentivos eficazes e simplificar os processos administrativos são condições essenciais para que este mercado possa efectivamente atingir a dimensão que se deseja.</p>
<p>As medidas aprovadas em Conselho de Ministros reflectem as propostas apresentadas pela Confederação e assumem que a Reabilitação Urbana é um pilar essencial para a dinamização da actividade económica do País.</p>
<p>É, pois, imprescindível a sua concretização sem mais demoras.</p>
<p>Trata-se de um verdadeiro desígnio nacional, que deverá mobilizar as vontades de todos os quadrantes da nossa sociedade. A urgência com que se impõe e o impacto que poderá ter no desenvolvimento futuro de Portugal confere-lhe um carácter verdadeiramente supra-partidário e apartidário.</p>
<p>Por isso, sobretudo neste momento, é essencial um amplo consenso que, tendo por base o reconhecimento da necessidade de adopção de uma estratégia de crescimento económico sustentado e de promoção do emprego, alicerçada nas actividades da Construção e do Imobiliário, de forma a que estas possam novamente desempenhar eficazmente o seu papel de motor da economia, assuma a Reabilitação urbana como uma verdadeira prioridade nacional.</p>
<p><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2011/03/Press_CPCI_1_2011.pdf">Press_CPCI_1_2011</a></p>
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		<title>Tomadas de Posição da CPCI &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/596</link>
		<comments>http://www.cpci.pt/archives/596#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 16:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Exposição enviada ao Ministro da Administração Interna, sobre os valores para as taxas do Fundo de Fiscalização de Explosivos e Armamento 31_Janeiro_2011


Exposição enviada à Secretaria de Estado da Modernização Administrativa, sobre o Projecto-lei que simplifica o regime de acesso e de exercício de diversas actividades económicas, no âmbito da iniciativa 19_Janeiro_2011


Exposição da enviada à Ministra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-596"></span></p>
<ul>
<li>Exposição enviada ao Ministro da Administração Interna, sobre os <img src="file:///C:/Users/RS/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" />valores para as taxas do Fundo de Fiscalização de Explosivos e Armamento <a href="../wp-content/uploads/2011/02/31_Janeiro_2011.pdf">31_Janeiro_2011</a></li>
</ul>
<ul>
<li>Exposição enviada à Secretaria de Estado da Modernização Administrativa, sobre o Projecto-lei que simplifica o regime de acesso e de exercício de diversas actividades económicas, no âmbito da iniciativa<a href="../wp-content/uploads/2011/02/19_Janeiro_2011.pdf"> 19_Janeiro_2011</a></li>
</ul>
<ul>
<li>Exposição da enviada à Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, a inclusão da CPCI como membro da Comissão de Regulação de Acesso à Profissão <a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2011/02/4_Janeiro_2011.pdf">4_Janeiro_2011</a></li>
</ul>
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		<title>Governo Adopta Propostas Apresentadas pela Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/576</link>
		<comments>http://www.cpci.pt/archives/576#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 14:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciativa para a Competitividade e o Emprego, assume implementação de Estratégia de Dinamização da Construção e do Imobiliário, tal como defendido pela Confederação

A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário &#8211; CPCI, na sequência do diálogo mantido com o Governo, tendo em vista a adopção de medidas de dinamização deste Sector de actividade,  congratula-se com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Iniciativa para a Competitividade e o Emprego, assume implementação de Estratégia de Dinamização da Construção e do Imobiliário, tal como defendido pela Confederação</strong></p>
<p><strong><span id="more-576"></span></strong></p>
<p>A Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário &#8211; CPCI, na sequência do diálogo mantido com o Governo, tendo em vista a adopção de medidas de dinamização deste Sector de actividade,  congratula-se com o reconhecimento da sua importância estratégica para a retoma da economia, designadamente com a consagração, na Iniciativa para a Competitividade e o Emprego, de diversas medidas que tem vindo a defender, nos domínios da internacionalização, da competitividade da economia e das empresas, do reforço do investimento em construção e, em particular, do apoio à reabilitação urbana, aspecto central do documento aprovado em Conselho de Ministros.</p>
<p>A adequação da Lei das Rendas, a criação de incentivos e novos instrumentos para o financiamento das operações de reabilitação e a simplificação administrativa são medidas que constam de um estudo desenvolvido pela Confederação da Construção e do Imobiliário, o qual está a ser discutido com o Governo. Estas propostas, que têm condições para ser concretizadas em 2011, permitirão ao Sector recuperar, a curto prazo, os 110 mil postos de trabalho que perdeu desde o início da actual crise financeira.</p>
<p>Confiante nos resultados que serão obtidos no diálogo com o Executivo, a Confederação espera que, a exemplo do que se verifica na generalidade das economias mundiais, Portugal possa concretizar uma estratégia de crescimento económico sustentado e de promoção do emprego, alicerçada nas actividades da Construção e do Imobiliário, de forma a que estas possam novamente desempenhar eficazmente o seu papel de motor da economia.</p>
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		<title>Confederações Patronais reúnem com APB</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/501</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 10:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os líderes das quatro confederações patronais representadas na Concertação Social  &#8211; CAP, CCP, CIP e CTP –  acompanhados do Presidente da CPCI reuniram a 29 de Junho com o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, Prof. António de Sousa.
O tema da reunião centrou-se no financiamento da banca comercial à economia, com as empresas a defrontarem-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes das quatro confederações patronais representadas na Concertação Social  &#8211; CAP, CCP, CIP e CTP –  acompanhados do Presidente da CPCI reuniram a 29 de Junho com o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, Prof. António de Sousa.</p>
<p>O tema da reunião centrou-se no financiamento da banca comercial à economia, com as empresas a defrontarem-se com crescentes dificuldades de acesso ao crédito que, simultaneamente se revela cada vez mais caro.</p>
<p>Compreendendo que as instituições bancárias enfrentam as novas regras comunitárias, nomeadamente, as medidas de Basileia III, os representantes do mundo empresarial apelaram à banca para se juntar num esforço coordenado com outros actores para o crescimento económico do país, sendo  uma maior liquidez da economia condição necessária ao seu desenvolvimento.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário recebida pelo Presidente da Republica</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/466</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 09:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No actual contexto económico-financeiro, que afecta de forma particular as empresas da construção e do imobiliário, que desde 2002 atravessam a mais prolongada crise de que há registo, Reis Campos, Presidente da Direcção da CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, foi recebida em audiência, por Sua Excelência o Presidente da República.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No actual contexto económico-financeiro, que afecta de forma particular as empresas da construção e do imobiliário, que desde 2002 atravessam a mais prolongada crise de que há registo, Reis Campos, Presidente da Direcção da <a href="http://www.cpci.pt/">CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário</a>, foi recebida em audiência, por Sua Excelência o Presidente da República.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Presidente da CPCI tomou posse no Conselho Económico e Social</title>
		<link>http://www.cpci.pt/archives/425</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tomadas de Posição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cpci.pt/?p=425</guid>
		<description><![CDATA[Na passada segunda-feira, Reis Campos, Presidente da CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, tomou posse como conselheiro do Conselho Económico e Social (CES). Numa cerimónia marcada pela presença da Direcção da Confederação, foi realçada a importância do CES, enquanto órgão de participação dos agentes económicos e sociais na definição das políticas sócio-económicas.
Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na passada segunda-feira, Reis Campos, Presidente da CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, tomou posse como conselheiro do Conselho Económico e Social (CES). Numa cerimónia marcada pela presença da Direcção da Confederação, foi realçada a importância do CES, enquanto órgão de participação dos agentes económicos e sociais na definição das políticas sócio-económicas.</p>
<p>Na actual conjuntura económica é imprescindível reconhecer o papel da construção e do imobiliário, enquanto actividades essenciais para o futuro da nossa economia, garantindo níveis de produtividade, emprego e bem-estar económico e social, essenciais ao crescimento do nosso País, pelo que a participação da CPCI no CES será, assim, uma clara mais valia.</p>
<p><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/posse3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-427" title="posse3" src="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/posse3.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/posse3.jpg"></a><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/posse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-428" title="posse" src="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/posse.jpg" alt="" width="450" height="511" /></a></p>
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		<title>CPCI representada no CES &#8211; Conselho Económico e Social</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AICCOPN</dc:creator>
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		<category><![CDATA[conselho economico e social]]></category>
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		<description><![CDATA[Constituição do Plenário do CES no Quadriénio 2009-2013
 

NOTA INFORMATIVA
O diploma que cria o CES, define a composição do Plenário do mesmo, constituído por 66 conselheiros, bem como as formas de acesso para o preenchimento dos lugares correspondentes aos vários grupos de interesse representados neste órgão colegial. 
(continua)

(Vide quadro)
Algumas entidades são mencionadas pela própria lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Constituição do Plenário do CES no Quadriénio 2009-2013</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em><a href="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/CES.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-395" title="CES" src="http://www.cpci.pt/wp-content/uploads/2010/04/CES.jpg" alt="" width="376" height="82" /></a></em></strong></p>
<p><strong><em>NOTA</em></strong> <strong><em>INFORMATIVA</em></strong></p>
<p>O diploma que cria o CES, define a composição do Plenário do mesmo, constituído por 66 conselheiros, bem como as formas de acesso para o preenchimento dos lugares correspondentes aos vários grupos de interesse representados neste órgão colegial.<strong> </strong></p>
<p>(continua)<br />
<span id="more-394"></span></p>
<p>(<em>Vide</em> <a href="http://www.ces.pt/cms/57" target="_blank">quadro</a>)</p>
<p>Algumas entidades são mencionadas pela própria lei como é o caso do Governo, das Autarquias Locais e das Universidades; outras têm assento por inerência, como é o caso dos Parceiros Sociais com assento na Comissão Permanente de Concertação Social; noutros casos ainda as entidades são escolhidas com base num concurso público, em que se atende, designadamente, à representatividade e relevância dos candidatos; finalmente, outras são eleitas pelos membros do Plenário, como será o caso das individualidades de reconhecido mérito, que serão propostas, em devido tempo pelo Presidente.</p>
<p>Na sequência do concurso público lançado em 30 de Dezembro de 2009 e após a análise dos dossiers de candidatura, foram realizadas reuniões entre o presidente do CES e todas as entidades que se candidataram, para procurar o consenso entre os candidatos de cada categoria em relação à designação dos membros que as poderiam representar no CES. A atribuição dos lugares no plenário do CES foi encontrada por consenso praticamente para todas as categorias, à excepção das entidades que se candidataram a duas alíneas:</p>
<p>- Associações Empresariais de Âmbito Nacional;</p>
<p>- Associações do Sector das Profissões Liberais.<br />
Das decisões do Presidente, emitidas no passado dia 31 de Março, resulta a seguinte composição do CES :</p>
<p>1. <strong>Associações Empresariais de Âmbito Nacional</strong>, quatro lugares sob candidatura, atribuídos da seguinte forma:</p>
<p>a) um lugar atribuído à CPCI – Confederação para a Construção e Imobiliário</p>
<p>b) três lugares atribuídos em regime de rotatividade anual, acordado entre as quatro confederações, à CIP– Confederação da Indústria Portuguesa, CAP– Confederação dos Agricultores de Portugal, CCP- Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e  CTP – Confederação do Turismo Português.</p>
<p>2. <strong>Confederações do Sector Cooperativo</strong>, dois lugares sob candidatura, atribuídos da seguinte forma:</p>
<p>a)   um lugar atribuído CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal;</p>
<p>b)   um lugar atribuído à CONFECOOP – Confederação Cooperativa Portuguesa, CCRL.</p>
<p>3. <strong>Associações do Sector das Profissões Liberais</strong>, dois lugares sob candidatura, atribuídos ao:</p>
<p>a) CNOP &#8211; Conselho Nacional das Ordens Profissionais.</p>
<p>4. <strong>Associações Nacionais de Defesa do Ambiente</strong>, um lugar sob candidatura, atribuído à:</p>
<p>a) CPADA &#8211; Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente</p>
<p>5. <strong>Associações Nacionais de Defesa do Consumidor</strong>, um lugar sob candidatura, por acordo entre as entidades candidatas, atribuído da seguinte forma:</p>
<p>a)     a DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor &#8211; indicará o representante efectivo e indicará o representante suplente, em articulação com a FENACOOP – Federação Nacional das Cooperativas de Consumo.</p>
<p>6. <strong>Instituições Particulares de Solidariedade Social</strong>; dois lugares sob candidatura, por acordo entre as entidades candidatas, atribuídos da seguinte forma:</p>
<p>a)  Um lugar atribuído à CNIS – Confederação Nacional das Instituições Particulares de Solidariedade Social que indicará o seu representante efectivo e indicará o representante suplente, em articulação com a União das Mutualidades;</p>
<p>b)   Um lugar atribuído à União das Misericórdias Portuguesas que indicará o seu representante efectivo e  indicará o representante suplente, em articulação com a União das Mutualidades</p>
<p>7. <strong>Associações de Jovens Empresários</strong>, um lugar sob candidatura, atribuído à :</p>
<p>a) ANJE – Associação de Jovens Empresários</p>
<p>8.  <strong>Organizações da Agricultura Familiar e do Mundo Rural,</strong> dois lugares sob candidatura, atribuídos da seguinte forma:</p>
<p>a) Um lugar atribuído à CNA – Confederação Nacional da Agricultura ; e</p>
<p>c)    Um lugar atribuído à MINHA TERRA – Federação Portuguesa das Associações de Desenvolvimento Local.</p>
<p>9.  <strong>Organizações Representativas das Pessoas com Deficiência</strong>, um lugar sob candidatura, por acordo entre as entidades candidatas, atribuído da seguinte forma:</p>
<p>a) a CNOD – Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes – indicará o representante efectivo e indicará o representante suplente, em articulação com a CODEM – Confederação para a Deficiência Mental .</p>
<p>10. <strong>Organizações do Sector Financeiro e Segurador, </strong>dois lugares sob candidatura, atribuídos da seguinte forma:</p>
<p>a) Um lugar atribuído à Associação Portuguesa de Bancos;</p>
<p>b) Um lugar atribuído à Associação Portuguesa de Seguradores.</p>
<p>Os conselheiros que irão integrar o próximo Plenário do CES, irão tomar posse, previsivelmente até ao final do mês de Abril.</p>
<p>Lisboa, 7 de Abril de 2010</p>
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